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Músicos manifestam consternação pela morte de Zé du Pau


Artistas da Huíla consideraram hoje, sexta-feira, que a morte do músico Zé du Pau provoca um vazio no seio da classe difícil de se preencher.

Os artistas manifestaram-se consternados com o passamento físico do cantor, esta sexta-feira, vítima de prolongada doença, na capital do país, Luanda.

Reafirmaram que Zé du Pau é um ícone incontornável no desenvolvimento da cultura em Angola, daí que as suas músicas jamais serão esquecidas.

O músico Belchior Calueyo "Anjo Blex" referiu que Zé du Pau era um artista exemplar, que sabia interagir melhor entre os fazedores da arte e incentivava os novos talentos a saberem representar condignamente o país.

José Mariano Santos sublinhou que o malogrado foi sempre uma grande referência na música nacional, cujas canções tiveram sempre a aceitação dos consumidores nacionais e estrangeiros.

O coordenador provincial da Huíla da União dos Artistas e Compositores UNAC-EP, Serafim Afonso, reafirmou que as suas músicas serão eternizadas pela classe artística do país.

Na ocasião, exprimiu, em nome dos artistas huilanos, o seu sentido de pesar, considerando uma perda grande.

Zé du Pau começou a sua carreira, em 1970, como guitarra solo do conjunto Os Corvos, do qual foi um dos fundadores, com Gildo Costa (vocalista principal e compositor), Zeca Pilhas Secas (viola baixo e ritmo), José dos Santos (vocal), Didino (tambores) e Novato (vocal e dikanza).

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