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Artistas apontam a crise como a principal dificuldade vivida em 2017


Muita coisa aconteceu no mercado musical angolano em 2017: CD lançados, shows realizados, registos de enchentes em vendas e em shows, recordes, mas nem tudo foi um mar de rosas. Na visão de alguns artistas, que falaram em exclusivo para o Platinaline sobre como foi 2017 a nível pessoal e colectivo, foi possível notar que muitos deles não tiveram um ano mau, mas podia ter sido melhor se a crise não tivesse sido uma barreira tão presente nas suas carreiras em quase todos os cenários.

Para Calabeto e Selda, o surgimento de novos artistas é um dos pontos principais a se ter em conta na lista de coisas positivas que aconteceram este ano, pois várias vozes vieram dar ʻgarraʼ ao universo de artistas talentosos do país.

Eva Rap Diva descreve 2017 de forma vitoriosa, pela venda do seu álbum que foi uma surpresa, pois não estava à espera de ser tão bem recebida pelo público, e afirma que a sua digressão foi um sucesso. Já o grupo Dream Boyz afirma que este foi o ano que veio solidificar a carreira do conjunto, mas foi difícil superar a saída de um dos membros, baixou a autoestima, desmotivou, porém conseguiram dar a volta por cima, manter-se unidos e continuar a carreira com foco e força.

Para terminar, Extremo Signo, Ready Neutro e Francis também responsabilizaram a crise pela baixa nalgumas áreas do showbiz nacional e, apesar dos fortes terem sobrevivido, como descreveram em tom de brincadeira, o ano foi, de alguma forma, difícil.

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